domingo, 30 de agosto de 2009

A Crise, segundo Albert Einstein.


A Crise segundo Albert Einstein.

"Não podemos querer que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a maior benção que pode acontecer as pessoas e aos países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise se supera a si mesmo sem ter sido superado.
Quem atribui a crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais os problemas que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções. Sem crises não há desafíos, sem desafíos a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crises não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia. Falar da crise é promovê-la,e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragedia de não querer lutar para supera-la."

O papel do registro na formação do educador


O papel do registro na formação do educador

Madalena Freire



"o que diferencia o homem do animal
é o exercício do registro
da memória humana"
Vygotsky



O educador no seu ensinar, está em permanente fazer, propondo atividades, encaminhando propostas aos seus alunos.
Por isto mesmo sua ação tem que ser pensada, refletida para que não caia no praticismo nem no "bomberismo pedagógico".
Esta ação pensante, onde prática, teoria e consciência são gestadas é de fundamental importância em seu processo de formação.
Contudo, não é todo educador que tem apropriado seus desejos, seu fazer, seu pensamento na construção consciente de sua prática e teoria.
Como despertá-lo deste sonho alienado, reprodutor mecânico de modismos pedagógicos?
Como formá-los para que sejam atores e autores conscientes de seu destino pedagógico e político? Como exigir que já estejam prontos para determinada prática pedagógica se nunca, ou muito pouco, exercitaram o seu pensar reflexivo e a socialização de suas idéias?
O registro da reflexão sobre a prática constitui-se como instrumento indispensável à construção desse sujeito criador, desejante e autor de seu próprio sonho.
O registro permite romper a anestesia diante de um cotidiano cego, passivo ou compulsivo, porque obriga pensar.
Permite ganhar o distanciamento necessário ao ato de refletir sobre o próprio fazer sinalizando para o estudo e busca de fundamentação teórica.
Permite também a retomada e revisão de encaminhamentos feitos, porque possibilita a avaliação sobre a prática, constituindo-se fonte de investigação e replanejamento para a adequação de ações futuras.
O registro permite a sistematização de um estudo feito ou de uma situação de aprendizagem vivida. O registro é História, memória individual e coletiva eternizadas na palavra grafada. É o meio capaz de tornar o educador consciente de sua prática de ensino, tanto quanto do compromisso político que a reveste.
PESQUISE UM POUCO MAIS SOBRE PORTFÓLIO. BOM ESTUDO!!!!
Acesse e saiba um pouco mais .
http://www.espacopedagogico.com.br/edicoes/8/artigo2242-1.asp?o=r

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

AS UNIDADES DE MEDIDAS USADAS EM INFORMÁTICA
O que significam "quilobyte", "megabyte", "gigabyte"?

Sim ou não. Ligado ou desligado. Fechado ou aberto. Existem comandos mais simples que esses? É o tipo de informação que um computador (que é composto por circuitos elétricos) é capaz de identificar.
Um código desse tipo, que apresenta apenas dois estados, é chamado de código binário. Em Matemática, ele corresponde ao sistema de base 2, pelo qual podemos representar quaisquer números usando apenas os algarismos 0 e 1, e inclusive, fazer operações com eles.

Veja alguns exemplos de números representados na base 2:

3 = 11
10 = 1010
17 = 10001
35 = 100011

A menor unidade de medida em informática é justamente essa informação única que representa 0 ou 1, e é chamada de bit.
Um conjunto com 8 bits é chamado de byte. Se pensarmos em um conjunto de 8 lâmpadas, por exemplo, teremos uma ideia do que representa um byte. Combinando os dois estados possíveis dessas 8 lâmpadas podemos exibir 256 combinações de lâmpadas acesas e apagadas. Veja na imagem alguns exemplos:



Os computadores foram programados para compreender cada um desses 256 estados como um símbolo diferente. Entre eles, 62 representam letras ou algarismos. Os demais representam símbolos gráficos, como a vírgula e o sinal de interrogação, caracteres acentuados, como “é”, e mesmo traços que permitem desenhar molduras.

A capacidade de armazenamento de um computador indica quantos bytes ele é capaz de registrar. Assim, temos os múltiplos do byte: kilobyte, megabyte, gigabyte, etc. Costumamos encontrar essas unidades com frequência, identificando a capacidade do HD, de um CD ou indicando o tamanho de um arquivo armazenado no computador.
O que há de especial em relação a elas é que os prefixos “quilo”, “mega” e “giga” não representam múltiplos de 10, como no sistema decimal, mas valores aproximados a esses indicados no sistema binário.
Por exemplo, 1 quilobyte, no sistema de numeração decimal deveria representar 1000 bytes, mas, para facilitar os cálculos feitos pelos computadores, representa 210, ou seja, 1024 bytes. Um megabyte representa 1024 x 1024 bytes, ou seja 1.048.576 bytes. É um valor próximo a um milhão de bytes, que é o que o prefixo “mega” indicaria no sistema decimal, mas não é exatamente o mesmo valor.
Para referência, então, temos aqui algumas unidades no sistema binário usado na informática:

Acordo Ortográfico & Matemática

O ACORDO ORTOGRÁFICO E A MATEMÁTICA
Fique ligado! A grafia de alguns termos matemáticos também mudou.

O novo acordo ortográfico da Língua Portuguesa também modificou a grafia de algumas palavras próprias das ciências exatas. Para facilitar a sua vida, vamos registrar aqui algumas palavras que foram afetadas pelas mudanças.
Entre as que perderam o trema, há várias palavras relacionadas ao número cinco: cinquenta, quinquênio, cinquentenário, quinquagésimo, quingentésimo.
O prefixo “equi”, que indica igualdade, também deixou de lado o trema, em palavras em que ele era obrigatório, ou não: equilátero, equidistante, equiângulo, equipotente.
A palavra consequente(em oposição a antecedente) também passa a ser escrita sem o sinal gráfico sobre o u.
Assim como ideia, as palavras geoide, romboide e trapezoide passam a ser grafadas sem acento.
No que se refere ao uso do hífen, a mudança mais interessante ocorre com cosseno, cotangente e cossecante. Antes da reforma, o uso do hífen nessas palavras era opcional. Podíamos encontrar em alguns livros as grafias “co-seno”, “co-tangente” e “co-secante”. A nova regra acaba com a duplicidade, assim como mantém a grafia de coordenadas.
Os prefixos multiplicadores continuam não pedindo hífen. Continuaremos a escrever bissetriz, quilômetro, hectolitro, etc. Outras palavras prefixadas cuja grafia não é modificada são: isométrico, submúltiplo e ortocentro.
Por fim, fica registrado que as geometrias não euclideanas passam a ser nomeadas exatamente assim, sem hífen.


http://blog1.educacional.com.br/blog_matematica

Mauro e seu aprendizado